O FANIQUITO


QUERO SER YARA BAUMGART QUANDO EU CRESCER

Cá estou eu a escrever um comentário sobre a entrevista publicada esta semana nas páginas amarelas da Veja com Yara Baumgart. Foi uma das coisas mais hilárias que já tive a oportunidade de ler essa revista. A senhora Baumgart é, engraçadíssima! Podre de rica, ela não gosta de ser chamada de perua. Chegou até a processar o colunista José Simão da Folha de S.Paulo por tê-la chamado assim. Na verdade ele (Simão) deveria ser processado não pela ofensa, mas pela redundância, pecado imperdoável para um jornalista do seu kilate. Por isso, tentarei não cometer o mesmo “pecado”.

Proprietária da Kyron, a maior clínica estética do Brasil (segundo a Veja), dona Yara é um poço de sabedoria, na qual toda mulher aspirante à perua (ops, tenho que encontrar outro termo urgente para isso!) DEVE se inspirar. Praticante de aikidô, arte marcial através da qual “aprendeu coisas incríveis”, como dar cambalhotas, por exemplo, (sic), Dona Yara se considera uma “bandeirante desbravante” (sic). (Não me pergunte o que é isso, que pergunta difícil não vale!). * não pensem que eu estou com soluço! Sic é sic mesmo e vamos ter muitos até o final desse texto para torná-lo mais fiel à personagem.

Recém formada em Filosofia, dona Yara demonstra estar evoluindo, pois além das cambalhotas, já pula com os dois pés! E não é só isso: demonstra ainda intimidade com grandes pensadores da humanidade: Aristóteles, Sócrates e Kant, a quem chama de “meus queridos”. Além de dar cambalhotas, o aikidô (ai que dor!!!) também aguçou o seu “feeling” transformando-a quase em uma sensitiva... Habilidade a qual ela só foi perceber quando passou por “uma experiência aterrorizante (sic)” no aeroporto de Paris, quando lhe roubaram uma maleta Louis Vuitton que continha umas “bobeirinhas” (sic) tais como: seu passaporte - o brasileiro, porque o italiano estava na bolsa – um reloginho Cartier, uma maquininha digital e uns creminhos (sic, sic, sic, sic, sic).

Depois da festa de formatura (que contou com a cobertura da revista Caras) na qual Hebe Camargo compareceu de minissaia plissada, meia três quartos e melissa (ninguém merece!) e João Armetano pintou de colete e boné, a nossa bandeirante pretende fazer um mestrado em filosofia da estética, embora não tenha sabido explicar direito à repórter o que isso significa.

Ao ler a entrevista também fiquei sabendo que ela foi uma garota prodígio. Aos nove anos já era capaz de organizar um jantar americano para 30 pessoas!!! (SIC) Outra faceta impressionante de dona Yara é a sua preocupação com o meio ambiente: ela só usa spray de cabelo que não prejudica acamada de ozônio!!! (sic) Devia ganhar um prêmio, né não? Adepta da filosofia da estética, já fez cirurgias plásticas no nariz e no pescoço. Também colocou implante de silicone nos seios e um aparelho fixo nos dentes que empurra os lábios para fora, fazendo com que eles pareçam mais carnudos. Usa lentes de contato verdes ou azuis (dependendo do seu estado de espírito) e no cabelo fez reflexo e um relaxamento na raiz dos fios para amansar o pinchu (quem diria! Nossa bandeirante desbravante tem uma sapatilha de ponta na cozinha...). E, apesar de condenar quem exagera no botox e fica sem expressão, colocou também botox na testa e em volta dos olhos, coisa que na sua opinião ficou natural, embora reconheça que depois disso não consiga levantar muito as sobrancelhas e nem abrir um sorrisão. Mas tudo bem. Afinal, “essas coisas estão aí para serem usadas” (sic) e ela não perde tempo passando mil cremes. Não perde tempo com futilidades... (sic, de novo).

Dona Yara A-DO-RA livros. Tem cinco mil volumes em suas quatro bibliotecas. Assim como seus livros, seus vestidos de festa também estão catalogados e digitalizados. Fez uma foto usando cada um deles. Junto com a foto tem uma ficha com informações importantes (sic): como, onde e quando ele foi comprado, em que ocasião foi usado e quando foi lavado pela última vez. Informações realmente importantíssimas!!! Apesar dessa organização glamourosa, ela se diz uma pessoa simples: gosta de macarrão miojo e pão com manteiga como a maioria dos mortais. Quanto a creme hidratante, não tem nada de sofisticada. “Uso o da latinha azul, sabe?” (sic). Outro lado seu que é simplérrimo é o a sua roupa preferida: uma calça Lee (sic) que ganhou quando tinha 12 anos. É a sua medida até hoje: quando não consegue caber nela, sabe que está gorda...

Embora diga ter orgulho do Brasil, sente-se “muito européia” (sic). Sua Meca é Paris. Em todas as sua viagens, um pit stop em Paris é mais do que básico: é necessário! Considera Paris o ponto de partida da sua vida, embora seus avós sejam italianos... Não admite que falem mal do Brasil. Uma vez até teve uma “discussão horrorosa” com um alemão que criticou Jorge Amado e mostrou sua garras (em alemão).  Fica feliz “quando as pessoas se maravilham com a nossa cirurgia plástica” (sic). Mulher calibrada é produto genuinamente nacional!!!

Para ela, elegância é uma coisa que vem de dentro. Mas vestir-se de maneira clássica e tradicional ajuda muito... Acha elegantes aqueles homens que são capazes de jogar uma partida de futebol sem tirar um fio de cabelo do lugar (haja fixador!). Também considera elegantes todos os homens que jogam pólo. Entre as mulheres seu ícone é Marilyn Monroe, mas também se identifica com Diane de Poitiers e com Aspásia. A primeira viveu no século XVI e “aos 60 anos todo mundo lhe dava 30” (sic). A segunda foi professora de Sócrates.

Para concluir... Conseguiu me ler até aqui? Oh, você é uma amor!!!! Brigadu pela consideração viu? Acho que me empolguei demais no textos, né? Tia Cíntia vai reclamar. Vai dizer que texto pra Internet tem que ser curto blá, blá, blá e blá, blá, blá. Mas eu sou assim mesmo. Por isso que estou no blog. Não tem quem me pare. Eheheheheeh. Que é mais que eu tenho a dizer sobre essa criatura? Nada. Para finalizar, ela me saiu com um pedido para a repórter que é mais que uma pérola: “por favor, não me deixe parecer fútil nesta entrevista, sim?” (sic) Só que milagre jornalista ainda não tá fazendo não...

 



Escrito por stemporal às 06h19
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Os amigos, de novo!

Bem que eu tentei deixar pra atualizar o blog só amanhã. Mas não consegui. Bem que eu tentei me controlar. Mas não deu. Também, né? Foi tanta gente bacana acessando e deixando mensagem que eu não pude deixar de me expressar. (me expressar é ótimo, né?) Eles foram chegando dos lugares mais inesperados. Muitos ressurgiram das cinzas como Cláudio Pimentel "da Chatuba". Gente! Eu nem sabia mais aonde andava essa criatura!!! Como foi legal ter recebido a msg dele!!! E a Arnild, heim gentem? Arrasou Bangu I e II, ao mesmo tempo em Paris!!! Parte do sucesso se deve ao seu esvoaçante pichu (cabelo). 

Esse blog está me fazendo ter contato com gente tão legal e que eu não vejo há tanto tempo! Se eu soubesse que ia ser assim tinha começado há mais tempo! Tava com vontade de fazer, mas tinha preguiça... Aí de vez em quando me dava uma saudade danada do tempo que eu tinha coluna diária na Tribuna da Bahia. Antes do blog quando eu tinha esses surtos de saudade, sentava e esperava passar. E passava. Mas agora que tenho o blog, quando tenho saudades do tempo de redação, sento em frente ao micro e blá, blá, blá, blá, blá, blá... Mando ver no teclado. É ótimo!

Sabe quem mais apareceu por aqui? Dirceu Factum! Aquela quiguiatura MA RA VI LHO SA! Que eu amo de paixão! Deixou recado e tudo!!! Que saudades do nosso tricô básico!!! Costumavamos dar pontos complicadíssimos!!! A nossa colcha king size tá atrasadíssima!!! Mas, não se preocupe, vamos providenciar uma sessão intensiva de tricotagem, crochetagem, ponto de cruz e tudo mais!!! Destá!

A zagueira Emilia Medina também deixou suas marcas para esta blogueira que vos fala. Sabe como é né? Emy é uma nova aquisição que fiz para o meu rol de amigos durante as eleições. Ela é daquele tipo que, quando não pode ir na bola, vai nas bolas do atacante. Mas sem maldade... kkkkkkkkkkkk (perco o amigo, mas não perco a piada!). Ela tem um coração enorme e mole, mole... Mas defende ele com unhas e dentes. Tem até um texto dedicado a ela nesse blog.

Nane Albuquerque, gente! Que foi combativa companheira dos tempos de faculdade, quando eu nem sabia pra que lado a passeata ia, mas acompanhava... kkkkkkkkkkk Ela esteve por estas plagas também. Fazia tempo que não tinha notícias dela exceto por intermédio de Carlão que é o pai de seus filhos (não sei se de todos!. Indiscrição à parte, A DO REI o comentário dela!!! Um LUXO!!!

Vânia Dias - secretária executiva e estudante de jornalismo, ex-corista do Coral ACBEU também esteve por aqui. Ela está on diet embora tenha um corpinho de causar inveja à todos e à tod@as. Se identificou de montão com o texto que fiz sobre as mulheres que perseguem a boa forma.

Pra finalizar, tenho que falar de alguém muito especial, para não aumentar a ciumeira. Ele entrou no blog, leu tudo, viu tudo, adorou tudo, mas não deixou mensagem. Aí ficou todo magoado pq eu não falei dele e só do seu comparsa Joli. Fique trsite comigo não viu Walmir? Vc mora do lado esquerdo e passeia de patins no meu coração.

Por hoje é só.

Voltem amanhã. Vou fazer um comentário sobre a entrevista de Yara Baumgart nas páginas amarelas da Veja desta semana. Ninguém merece!!! Não leu ainda? Tive acessos de riso!!! Tem até amanhã pra fazê-lo!

Beijocas e tabocas

 



Escrito por stemporal às 18h08
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PODEROSAAAAAA!!!!

Para quem não conhece, esta é Arnild Van de Velde. Não se trata de nenhuma modelo famosa. É a minha grande amiga Nil, fazendo uma pose pra lá de Madonna para as lentes mágicas e quase miraculosas de Morgana Festugatto. Além de minha amiga e linda, Nil é um ser humano da melhor qualidade. É a autora do maravilhoso texto que coloquei no ar ontem (dia 20). Ela não é demais? Ela mora em Frankfurt, na Alemanha, mas tá quase se mudando para a Holanda depois que se casou com Alouisius Franciscus (vulgo Louis), o robocop holandes. Está com um pé na Alemanha e outro na Holanda. Só está esperando o visto, porque faz questão de manter seu passaporte verde-amarelo já que é brasileira, baiana da gema e da clara do ovo tb! Chamo-a de Holanda com Dendê. 

Morgana Festugatto é uma fotógrafa brasileira de Londrina que faz um trabalho maravilhoso e também muito sucesso no jet set internacional. Muito poder...



Escrito por stemporal às 10h57
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VIVA O BANZO!!!!

“Longe de casa, há mais de uma semana…milhas e milhas, distante, do meu amor”

                                                                                            (Evandro Mesquita, “Blitz”)

 

Banzo é um negócio sério.Quando ele bate à sua porta, trazendo consigo aquela saudade louca das coisas mais banais da sua terra, sua sorte já terá sido lançada: como a montanha, que vai de encontro ao profeta, vez que este a ela não consegue chegar, só lhe resta trazer as  coisas do Brasil para além-mar,  não importa se para a China, Grécia, Katmandu ou qualquer outro lugar.

 

É de fininho que o banzo vai chegando. De repente você acorda num daqueles dias cinzentos e frios e maldiz aquele casaco “maravilhoso”, que antigamente o calorão da terrinha lhe impedia de usar. E no lugar do “muesli”, é por aquela média com pão e manteiga que suas papilas gustativas anseiam. Num dia desses, quando sua brasilidade aflora, até cuscuz com ovo desce, para não falar de farinha de mandioca, que de “engordante” passa a ser “orgásmica”. É. Banzo é aquela herança que não está na fala, na cor da pele ou no casario. É um legado de sentimentos, deixado por nossos escravos ancestrais, expressão de seu sofrimento, de sua dor infligida. Embora sob esta perspectiva pareça ser algo sombrio, por outro lado, o banzo dá origem ao inusitado. Afinal, brasileiro que se preza “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.

 

Nestes anos fora do país, pude observar várias expressões de banzo. Uma amiga minha transformou as paredes de sua casa numa daquelas galerias do Pelourinho, onde se vende quadros retratando o cenário local. Sim, aqueles mesmos, onde vemos casinha sobre casinha até perder de vista… Uma outra ensinou ao marido estrangeiro a quebrar feijão fradinho, para fazer massa de acarajé. Pode?  Ele bate o feijão, ela o tacho e “nosotros” batemos palmas de felicidade!  Nenhuma, contudo,   supera aquela moça que, numa grande cidade do norte europeu conseguiu transformar uma sala de uns quatro metros quadrados numa réplica da floresta amazônica. É planta para todo lado! Nem sempre tropicais, mas a intenção é o que vale. Araras de madeira, de papel e uma outra de verdade complementam o cenário. Tente ficar ali e achar que o pulmão do mundo está há tantos mil quilômetros de distância; logo será despertado deste devaneio ao som do Boi de Paritins. “Bate forte tambor, eu quero tiquitiquitiquitiquitá”.

 

É bem capaz que estejam rindo, achando tudo uma verdadeira macaquice, coisa de brasileiro que nem no tal Primeiro Mundo conseguiu se civilizar. Mas a realidade é que o banzo ainda cumpre uma função grandiosa: ele reafirma a relação de pertinência de cada um de nós com este país gigantesco, multifacetado, misterioso. Seja baiano, “meio-alemão” – assim se apresentam muito sulistas, vivendo o banzo à sua maneira – ou mineiro falando “porrrta” ou “fia” ou mesmo sendo devoto do “padim pade cicerú”, o brasileiro é como a fruta que não cai muito longe do pé, todo mundo sabe de onde vem.  Pouco importa se a ausência do Brasil é por hoje, por um ano ou para sempre. É daqui de fora que a gente entende que, se de um lado somos impontuais, caóticos, desnutridos e desdentados (neste aspecto não estamos sós!), de outro somos flexíveis, otimistas, calorosos e, sobretudo amáveis. E isso, meus amigos, não tem preço! Portanto, demos vivas ao banzo. Por que do Brasil, até sentir saudade é bom! TEXTO DE NIL VAN DE VELDE (HOLANDA COM DENDÊ) – BAIANA HÁ 12 ANOS NA EUROPA



Escrito por stemporal às 11h55
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A DOR DA GENTE NÃO SAI NO JORNAL

A dor da gente não sai no Jornal, mas aparece no programa da Márcia. Não se fala em outra coisa: a invasão do estúdio da Band por um homem desesperado e armado. Quem tava assistindo ao programa, como a minha  mãe (ninguém é perfeito!), achou que aquilo era uma encenação que fazia parte do programa...

Também, né? Aquele programa, ninguém merece!

Pois bem. De repente, tiraram o programa do ar. E o telespectador ficou sem entender nada O telespectador normal só foi se dar conta de que aquilo não era parte do programa quando ficaram sabendo no noticiário. Pessoas como minha mãe, por exem plo, só ficaram sabendo no dia seguinte, no programa do Datena, no qual apresentadora apareceu chorando dizendo que não sabia como tinha conseguido ter sangue frio para falar com o doidão... Ué? Não é esse o papel dela? Expor a dor alheia? Só porque não tava no scritp? Só por isso? Imagina! Tolinha...

Antecedentes

Há alguns dias , o cara tinha entrado em contato com a produção do programa para tentar conseguir se entender com a ex-mulher. Também queria conseguir permissão dela para ver os filhos, quando na verdade a justiça já havia negado essa permissão. A produção do programa tinha entrado em contato com a mulher que (como qualquer pessoa de bom senso faria) se recusou a expor sua vida e a de seus filhos na TV só pra dar audiência à Márcia e à Band. Segundo dizem, a mulher teria ameaçado o programa e a emissora de processo caso eles levasse sua história ao ar sem o seu consentimento (outra medida de gente bem informada). A produção do programa então, disse ao Moacir que sua história não seria aproveitada. Aí o cara pirou...

Parece, mas não é

Com essa mania de copiar tudo quanto é porcaria da TV americana, acabamos também importando comportamentos né? Comportamentos nos quais as pessoas são capazes de qualquer coisa em troca dos tais 5 minutos de fama ou coisa que o valha. Será que ninguém avisou à Márcia que assim como a maioria dos seus telespectadores, o Moacir (acho que esse o nome do cara que invadiu o programa) pensa que tudo o que se passa ali na frente das câmeras é de verdade. Até porque tudo é feito para parecer verdade. O telespectador, na sua maioria não sabe que tudo o que acontece naquele programa está no script, foi acertado, marcado e muitas vezes até ensaiado pela produção. Só não avisaram isso à Marcia! Não é engraçado? Chora não, viu lindinha? Telespectador é assim mesmo.

Já vi esse filme

Isso me fez lembrar o episódio daquela jornalista inglesa Jill Dando que foi morta na porta de casa. Lembra?Ela foi morta a tiros em 1999, na porta de sua casa, em Fulham, Londres. Não se sabe quem a matou, mas há uma teoria de que alguém, envolvido num crime, por ela retratado no programa Crimewatch, seria o assassino. Pois é... Atos desesperados como o do Moacir são o objeto de programas como o da Márcia, que expõem os dramas de pessoas comuns, ao mesmo tempo em que vendem tinta pra cabelo, produtos de beleza, utensílios para o lar e outras quinquilharias. Só que de uma forma mais ou menos combinada, né? Mas de vez em quando a "realidade" foge do script.

Entre mortos e feridos...

Salvaram-se todos. A Márcia chorou no programa do Datena, o Datena passou e repassou a cena para milhões de telespectadores. Os jornais noticiaram e a Band virou notícia com a audiência nas alturas! O Moacir já está na cadeia e deverá responder processo. Sua mulher e filhos? Devem estar sofrendo, lógico. Mas longe das câmeras da TV, aliás, como deve ser.



Escrito por stemporal às 14h42
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São tantas emoções...

Não me canso de dizer: ter amigos é simplesmente o MÁXIMO!!! É UM LUXO!!! Na verdade amigos são artigos de primeira necessidade. Todos eles. Os que estão perto, os que estão longe. Os do dia a dia, os de "de vez em quando". Os que a gente encontra, os que a gente não encontra. Os famosos, os anônimos. Os espetaculosos, os discretos. Os presentes, os ausentes.

Eles são demais!!! Os que telefonam, os que não telefonam. Os que deixam recados, os que não deixam. Os que mandam e-mails interessantes, os que mandam e-mails com piadas mais velhas que o rascunho da bíblia de Guttenberg. Os que nunca respondem os e-mails que a gente manda. Aqueles que visitaram este blog. E os que não visitaram também. Os que não deixaram mensagens e os que deixaram msg. Tenho amigo de todo tipo. E eu A-DO-RO todos eles.

Amigos como a quase holandesa Nil Van de Velde e seu maridão Aloisius Franciscus de sobrenome impronunciável (o robocop holandês), a quase alemã Stela Alves Dhole(fotógrafa das melhores, recuperando-se de uma viagem recente às Ilhas Gregas, enquanto prepara-se para ir à Tunísia!). A darling Wanda Chase, com direito a falsa irmã e tudo mais (saibam de tudo no blog dela Boto Rosa, está entre os meus favoritos, é só clicar!). A maravilhosa Denis Rivera (preparando-se para completar cinquentinha, com corpinho de 30 e cabeça a mil!!!). O blog dela tb está entre os meus preferidos. E Elaine Lima, gente! Que tem séculos, seculorum que eu não vejo nem ouço falar, me achou aqui neste blog. Não esqueço de vc!!! Tem também Ludmila Duarte, mãe da famosa Luma, corista do Coral ACBEU (vocês precisam ir vê-la no palco).

E meu brother Paulo Temporal? Este é um capítulo a parte! Porque além de ser amigo é irmão. Irmão mesmo, desses de ter mesmo pai e mesma mãe. De brigar quando era criança...  M A R A V I L H A!!! Pra finalizar, “last but not least” tem Jolivaldo Freitas que é um amigão. Desses que faz a gente chorar de rir!!! Aliás, ele tb deveria ter um blog pois tem muito a dizer, mas acho que não tem tempo. Se vcs quiserem saber o que ele tem a dizer, leiam-no na Tribuna da Bahia. A todos eles me fazem sentir especial!

Escrito por stemporal às 08h43
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